Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Saudade

0 comentários :D

Sabe, eu realmente queria que você estivesse aqui comigo. Pra te contar como foi meu dia, nos divertir, brigar, fazer caretas, tirar fotos e tudo aquilo que a gente fazia há 3 anos. Agora que eu escrevi, 3 anos realmente parece muito tempo. Mas me contento em saber que quando você voltar, as coisas vão fluir naturalmente, a gente vai voltar a ser o que era. Porque temos o mesmo sangue. Mesmo não sendo irmãs, te considero uma, porque foi com você que eu enfrentei meus medos, tive horas de diversão, aprendi a ter bons argumentos, tive minhas piores discussões. Foi de você que eu senti ciúmes, e foi com você que eu aprendi o significado do que é o amor. Eu cresci com você, é a mais pura verdade. No momento mais difícil das nossas vidas fui eu quem estive do seu lado, me segurando pra não cair desesperadamente no choro e te contar o que você ainda não estava preparada pra saber. Meu bebê, meu doce bebê, sei que a distancia que nos separa nos impede de tudo. A cada dia que passa, eu rezo, rezo pra você voltar, voltar pra mim. Sei que não sou tão egoísta ao ponto de te implorar para voltar, sendo que você está melhor aí do que estaria aqui, por isso só rezo. Tantas coisas aconteceram, tantas alegrias, tristezas, fatos, histórias pra te contar.
Falar de você me deixa mais... serena, calma e ao mesmo tempo muito triste, por não ter noção do tempo que ainda vou ter que esperar pra te ter do meu lado de novo. Deixei de te ligar porque não suportava a ideia de ouvir sua voz sem poder te abraçar. Droga, eu te amo.
Fê, não sabe a falta que você me faz. Volta logo prima!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Orgulho

2 comentários :D


Cara, hoje eu cheguei a conclusão que mesmo as melhores e mais estruturadas amizades tem fim por motivos idiotas, um deles é o orgulho.
Vejo pelo exemplo do meu pai e um antigo amigo dele. Ano passado os dois tiveram uma discussão sobre um assunto INÚTIL. E por causa do orgulho dos dois estão sem se falar até hoje.
Agora eu me pergunto: Isso pode acontecer em qualquer amizade? Bom, depende das duas pessoas. Existem basicamente dois tipos: As orgulhosas, que não pedem desculpas e as, que pra não perderem a amizade, sempre vão tentar se reconciliar. Esse segundo tipo acaba se passando por idiota, não me perguntem porque, enquanto o primeiro tipo, o orgulhoso, sempre acaba com a moral lá em cima. Mas quando os dois amigos são orgulhosos, sozinhos é que eles não vão voltar a se falar.
Meu pai e esse amigo já brigaram uma vez e minha mãe que fez os dois de reconciliarem, mas minha mãe desistiu. Sério, parecem duas crianças, duas crianças adultas, pais de adolescentes e que não abrem mão de um orgulho besta pra voltarem a se falar.
E o pior é que esse orgulho acaba sendo passado para os filhos. Quantas vezes eu já fui o segundo tipo de pessoa, meu Deus, agora relembrando me dá vontade de rir. Até que meu pai veio conversar comigo sobre isso e minha vida mudou completamente.
Aprendi com ele que a gente tem sempre que ter um pouco de cada tipo. Um pouco de orgulho, pra não ser humilhado sempre e um pouco de humildade, pra saber reconhecer seus erros e acabar não fazendo papel de idiota orgulhoso.
E é logo o cara que me falou isso, que agora tá aí, brigado com o melhor amigo há meses. E o pior é que eu e minha mãe acabamos saindo prejudicadas com essa briga, pois estamos longe da mulher do ex-melhor amigo do meu pai(tentem acompanhar meu raciocínio, ok?) que assim, como o melhor amigo do meu pai, era praticamente da família.
E depois a gente que tem que seguir o exemplo e obedecer nossos pais? Ok Cláudia, senta lá, viu!
Depois meu pai ainda se incomoda com meu gênio forte.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Ano Novo

3 comentários :D

Fim de festas de fim de ano.
Como já havia dito, passei o ano novo na fazenda, onde as pessoas que trabalham lá e os nossos vizinhos puderam passa-lo conosco.
Ok, eu queria estar aqui, na cidade, com minha família. Mas mesmo depois de insistir MUITO, eu não venci. Uma das minhas primeiras batalhas sem ganhos em toda a minha história de filha única = desde sempre. Ha!
Fomos pra fazenda no dia 31 de manhã, voltamos hoje, por volta de 13h. Apesar de não ter tido nenhum contato com família ou amigos, foi "legal". Nada perto do que seria o reveillon aqui, mas meu pai organizou um churrasco e queima de fogos.
Durante a queima de fotos, o Luke correu pra minha cama e ficou lá por 2h seguidas, sem se mexer. Mesmo horas depois de meu pai ter soltado os últimos fogos, o Luke continuou lá. O primeiro reveillon dele.
Bom, os 3 dias que passei lá foram bons. Não legais, ou ótimos. Mas bons. Li "Como ser popular - Meg Cabot" e comecei a ler "Marley & Eu", ainda falta 50 páginas pra acabar, mas eu não sei se vou ter coragem de terminar, já vi o filme e chorei MUITO.

Mas falando em cachorros...
Depois de implorar 13 anos por um, ganhei o Luke. Mas ontem meu pai, na hora do almoço, comentou que quando o Luke crescesse, a gente ia comprar uma fêmea, ele tava pensando em uma poodle, mas eu, que estava lendo Marley & Eu quando ele sugeriu, Pedi que fosse uma labradora. Ele aceitou.
Uau. Eu sinceramente fiquei muda, sabendo que daqui há uns anos mais uma filhotinho vai entrar pra família. Quase não acreditei.

Como foi o ano novo de vocês?
Beijos.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Festas de fim de ano e afins

0 comentários :D

Depois de uns dias fora, voltei.
Penúltimo dia do ano: NOSTALGIA! Nossa, incrível, parece que o ano todo, cada detalhe, passa pela minha mente e, quando sozinha, me encontro gargalhando ou dando meios sorrisos. 2009 foi uma ano maravilhoso, cheio de realizações. Bom, pelo menos isso pra compensar o meu 2008 horrível.
Mudanças, é, é um tema abordado em quase todos os posts, mas é essa palavra que define meu 2009. Minha vida virou de cabeça pra baixo e eu descobri que gosto disso, da bagunça. Um ano completo, com a exceção do Natal, que foi, particularmente, um desastre.
Minha família paterna é unida, muito unida. E esse ano o Natal foi vazio: eu, meus pais, meu tio e minha avó, que dormiu antes da meia noite, isso na virada 24/25. Nem ceia a gente teve. A "ceia", foi dia 25, no almoço, que de novo contava comigo, meus pais e meu tio. Minha avó almoçou antes e foi dormir. Meu Natal nunca tinha sido assim, é a minha data preferida por causa da união da família, mas esse ano não. Só Deus sabe o que eu senti. Pra completar, não recebi nenhum telefonema dos amigos ou mensagens, muito menos pude enviar: A porcaria da companhia de celular não estava funcionando.
Mas enfim, ano novo! 2010 tá aí! Uhuuul!
Que nada.
Tá, eu amo ano novo, mas minha família veio pra cá, passar o reveillon aqui com a minha avó e minha mãe arranjou uma vingançazinha e, só pra contrariar, quer ir pra fazenda. Eu tentei convence-la a ficar com os meus "poderes de filha única mimada"(segundo minha prima Iasmin), mas nem isso a convenceu. É, eu não costumo perder dela.
Agora a pouco eu até me convenci de que ir pra fazenda pode ser legal. Vento+solidão+note com músicas=Felicidade da Luiza Herzog u-u
Agora eu tava pensando: o que eu quero pra 2010?
Cheguei a conclusão de que embora 2009 tenha sido muito bom, vou fazer de 2010 um ano melhor. Mais amizades, saídas, encrencas, bagunças. Muito mais amor, amizade, confiança, lealdade. Sorrisos, choros.
E pra vocês, desejo tudo de melhor, porque todo mundo merece.
Feliz 2010!